sábado, 28 de outubro de 2017

Museu Nacional do Azulejo



O Museu Nacional do Azulejo foi criado em 1965, tornou-se Museu Nacional em 1980, encontrando-se instalado no antigo Convento da Madre de Deus, em Lisboa, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor. O edifício sofreu transformações devido a diversas campanhas de obras, salientando-se o claustro maneirista do século XVI; a igreja, decorada com importantes conjuntos de pinturas e revestimentos azulejares; a sacristia, com um arcaz de madeira do Brasil e emolduramentos de talha integrando pinturas; o coro alto, com rica ornamentação em talha dourada; a capela de Santo António, com decoração barroca setecentista e uma grande quantidade de telas da autoria do pintor André Gonçalves.



A coleção deste museu abrange a produção azulejar da segunda metade do século XV até à atualidade. Além do azulejo, a coleção integra peças de cerâmica, porcelana e faiança dos séculos XIX a XX. No início da exposição permanente encontra-se um pequeno núcleo que ilustra os materiais e técnicas de manufatura do azulejo. A partir desta breve introdução, o percurso expositivo segue uma organização cronológica.




Contactos:

Museu Nacional do Azulejo 
Rua da Madre de Deus, 4, 1900-312 Lisboa 
Telf: (+351) 218 100 340 
Fax: (+351) 218 100 369 

Museu Monográfico de Conimbriga - Museu Nacional



O Museu Monográfico de Conimbriga tem como missão tutelar as Ruínas, promover a sua exposição ao público e prosseguir a investigação arqueológica; o seu acervo é exclusivamente composto pelos materiais arqueológicos recolhidos na cidade. A atual exposição permanente apresenta os objetos de uso quotidiano, dispostos por tema, evoca o forum monumental, a riqueza das domus, a pujança do seu comércio, a religião e crendices da população romanizada e a presença suevo-visigótica. Os mosaicos, preservados in situ, constituem uma grande e importante coleção muito apreciada pelos visitantes. A Casa dos Repuxos, possui uma área pavimentada de mosaico com 569 m2, importantes vestígios de pintura mural, um peristilo central ajardinado com um lago e jogos de água que o tornam único.





As Ruínas da cidade romana de Conimbriga são conhecidas,desde o século XVI. Em 1873, o Instituto de Coimbra criou uma secção e um Museu de Arqueologia e deu início ao estudo de Conimbriga. Em 1899, efetua as primeiras sondagens de vulto, desenha a planta do oppidum, executa os primeiros levantamentos de mosaicos. A partir de 1929 iniciam-se escavações em Conimbriga e com a realização do XI Congresso Internacional de Antropologia e Pré-História, em 1930, o Estado adquire os primeiros terrenos. Nos anos quarenta e cinquenta são realizadas obras de reconstituição e consolidação das ruínas. O Museu Monográfico de Conimbriga foi criado em 1962.



Brisas do Lis

Brisas do Lis, doce conventual e regional da zona de Leiria, feito à base de amêndoa, açúcar e ovos.


Ingredientes:

500g de açúcar fino
2 dl de água
6 ovos inteiros
6 gemas
200g de amêndoa moída
Manteiga para untar
Açúcar para polvilhar

Preparação:

Ligue o forno a 200º, barre pequenas formas com manteiga e polvilhe com açúcar. Deite o açúcar para um tacho, junte a água, mexa e leve ao lume. Quando estiver a ferver, marque 3 minutos e desligue o lume.
Deixe arrefecer um pouco, junte a amêndoa, a calda do açúcar e deixe arrefecer, numa tigela misture muito bem os ovos com as gemas mas sem bater, depois junte aos poucos a mistura da amêndoa e mexa delicadamente, divida a mistura pelas formas sem encher demasiado e coloque as formas num tabuleiro fundo, junte ao tabuleiro água fria até atingir metade das forminhas.
Leve ao forno durante 25 minutos, depois retire do forno, deixe arrefecer um pouco dentro do tabuleiro, depois desenforme e sirva frio.

Fonte original todos os direitos reservados a: http://www.chefermida.com/brisas-do-lis/

domingo, 22 de outubro de 2017

Bolo da Sorte


Ingredientes:

250 g de açúcar
250 ml de leite
250 g de farinha
3 ovos
1/2 colher de sopa de bicarbonato de sódio
1/2 colher de sopa de fermento em pó
1/2 colher de sopa de canela em pó
100 g de pepitas de chocolate

Preparação:

Numa bacia colocar o açúcar, o leite e a farinha. Mexer muito bem com uma colher de pau.
Adicionar os ovos, um a um, mexendo sempre. (com a colher de pau, sempre)
Acrescentar o bicarbonato, o fermento e a canela e misturar bem.
Por fim, as pepitas de chocolate, misture muito bem com a massa.
Verta o preparado para uma forma untada e polvilhada e leve a cozer em forno quente, aproximadamente 30 a 35 minutos.

Doce de Leite Condensado com Bolachas de Chocolate


Ingredientes:

3 gemas
1 lata de leite condensado
300 ml de leite
1 pacote de bolachas de chocolate c/ pepitas de chocolate (chipmix)
200 ml de natas
3 colheres de sopa de açúcar

Preparação:

Num tacho coloque as gemas, o leite condensado e o leite. Leve ao lume e deixe cozinhar em lume médio sem parar de mexer até engrossar. Quando começar a borbulhar, retire do lume e mexa mais um pouco até arrefecer ligeiramente. Coloque o creme numa taça.
Parta as bolachas em bocados e disponha sobre o creme.
Por fim bata as natas com o açúcar até fazer chantili e coloque sobre as bolachas.
Decore a gosto.

Bolo de Limão e Coco


Ingredientes:

250 g de açúcar
6 ovos
200 g de manteiga derretida
300 g de farinha
4 colheres de sopa de leite
50 g de coco ralado
Sumo de 1 limão

Preparação:

Bata os ovos com o açúcar até obter um creme bem fofo. Adiciona a manteiga, o leite e a farinha, misturando tudo muito bem. Por fim junta o coco ralado e o sumo de limão. 
Verta a massa para a forma, untada com manteiga e polvilhada com farinha, e leve ao forno pré aquecido (175º) aproximadamente 40 minutos. 
Depois de cozido polvilhe com coco ralado e sirva.

Aprenda a Fazer Pão Caseiro!


Num alguidar colocar 750 gr. de farinha sem fermento, 1 colher de chá de sal fino, 1 colher de chá de açúcar e misturar , adicione 1 saqueta de fermento para pão e misture mais uma vez, abre um buraco no meio e deita 600ml de água morna com uma colher de sopa de azeite e mexe com uma colher de pau até a água absorver toda a farinha, tapa com um pano e uma mantinha de lã e deixa a levedar 2 horas. No fim deste tempo tira a massa e molda. Coloque os pães num tabuleiro com farinha por baixo e por cima do pão. Cortar com a faca por cima em cruz para a massa abrir (opsional) e levar a forno quente 180 a 200 graus até ver que está cozido , meia hora ,quarenta minutos , depende do gosto da pessoa mal cozido ou bem.

Receita de Pão Caseiro da Avó


Ingredientes:

• água morna q.b.
• 50g de fermento fresco de padeiro
• 1 kg de farinha trigo t65
• sal q.b.

Preparação:

Misture o fermento com a água morna e o sal e deixe que se dissolva.
Junte à farinha e sove bem a massa dentro de um alguidar até que ela fique lisa, elástica e despegue das mãos (a massa é húmida, não pode ficar seca).
Amasse bem trazendo a massa para o centro e pressionando-a com a mão fechada, esta estará pronta quando se apresentar muito elástica. Cubra-o com um pano e deixe levedar até duplicar de volume em local quente.
Após este tempo, divida a massa e faça duas bolas, deixe levedar por 1 hora + ou -
Pré-aqueça o forno a 220ºC, com o ventilador (o ventilador distribui o calor por igual quem não o tiver faça no forno normal) e coloque na prateleira de baixo por cerca de 35 minutos + ou - para ver se o pão está cozido pega-se nele e bate-se no fundo. Se ele tiver um bater ouco está cozido.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Ilhas Selvagens

Selvagens é o nome do conjunto de ilhas que se situam a 250 quilómetros a sul da Madeira. Constituídas por duas ilhas principais e várias ilhotas de origem vulcânica e muito agrestes, com uma área total de 273 hectares, o arquipélago é um santuário para aves. As Selvagens dependem administrativamente do concelho do Funchal.


O arquipélago consiste em dois grupos: o grupo nordeste compreende a ilha Selvagem Grande e duas pequenas ilhotas, Palheiro da Terra e Palheiro do Mar. O grupo sudeste compreende a ilha Selvagem Pequena e o Ilhéu de Fora, entre numerosos ilhéus mais pequenos, que incluem o Alto, o Comprido, o Redondo e o pequeno grupo dos Ilhéus do Norte. Uma extensa barreira de recifes circunda o arquipélago, tornando-se difícil ancorar na sua costa.

wiki

As temperaturas destas ilhas excedem as da ilha da Madeira e a temperatura do mar permanece confortável durante todo o ano. Jacques-Yves Cousteau disse que encontrou ali as águas mais límpidas do mundo.

O seu acesso é restrito, devendo os interessados em visitar as ilhas requerer previamente uma autorização especial passada pelo Parque Natural da Madeira.


A Reserva Natural das ilhas Selvagens foi criada em 1971, sendo uma das mais antigas Reservas Naturais de Portugal. Atualmente é a única reserva portuguesa galardoada com o Diploma Europeu do Conselho Europa. A sua criação fica a dever-se à necessidade de defender a avifauna marinha ai nidificante contra a intensa predação humana, que se intensificou sobremaneira com o aparecimento dum cada vez maior número de barcos de pesca a motor.
A gestão desta Reserva está a cargo do Serviço do Parque Natural da Madeira, desde os fins de 1989, e a sua vigilância permanente, iniciada em 1976, é atualmente efetuada pelos elementos do Corpo de Vigilantes da Natureza (CVN).


Breve Historial
As ilhas Selvagens foram assim batizadas em 1438, por Diogo Gomes de Sintra, e terão sido descobertas pelos irmãos Pizzigani em 1364. No século XVI, as Selvagens pertenciam aos Caiados, importante família madeirense, sendo herdadas em 1560 por João Cabral de Noronha.
Em 1904, as ilhas foram vendidas à família do banqueiro Rocha Machado.
Em 1971, o Estado Português interveio e adquiriu as ilhas Selvagens, instituindo-as, nesse mesmo ano, a Reserva Natural das ilhas Selvagens.



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Camarão à Bráz com Alho Francês e Delícias do Mar

Ingredientes:

300 g de miolo de camarão
400 g de batata palha
1 alho francês
6 ovos
8 delícias do mar desfiadas
2 cebolas
3 dentes de alho
Salsa
Azeite
Sal e pimenta q.b.

Preparação:

Piquei os dente de alho, as cebolas em meias luas finas, e cortei o alho francês em rodelas finas, e numa frigideira com um pouco de azeite, deixei cozinhar até que o alho francês ficasse translúcido.
Juntei ao refogado o miolo de camarão, coloquei o lume no mínimo, e deixei por alguns minutos até que ficasse rosadinho. Juntei as batatas e os ovos já mexidos e temperados com uma pitada de sal e pimenta e continuei a mexer até os ovos estarem cozinhados.
No prato polvilhei com salsa picada e juntei-lhe as delícias do mar desfiadas.

Também se podem juntar as delícias quando se juntarem os ovos.

Fonte original todos os direitos reservados a: http://oscozinhadosdapatricia.blogspot.pt/

Quiche de Alho Francês com Cogumelos e Azeitonas





Ingredientes:

1 massa quebrada
2 alhos franceses cortado em rodelas bem finas (só parte branca)
1 embalagem de azeitonas pretas descaroçadas
1 embalagem de cogumelos laminados
3 ovos
1 chávena de leite (150ml)
Queijo ralado mozarella q.b.
Pimenta q.b.
Azeite e sal q.b.

Preparação:

Salteei os alhos franceses em azeite até estarem molinhos. Em seguida juntei os cogumelos, as azeitonas e deixei apurar mais um pouco, reservei. Bati bem os ovos e juntei a chávena de leite, temperando com sal e pimenta juntando logo de seguida o recheio. Despejei o recheio na tarteira e polvilhei com queijo.
Foi ao forno a 180º C até ficar dourado.

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Bolo de Coco Ensopado

Ingredientes:

6 ovos
200 g de açúcar
150 g de farinha
150 g de margarina
50 g de coco
1 colher de chá de fermento
spray espiga para untar

Para a calda:
1 chávena de chá de leite
1 colher de sopa de açúcar

Preparação:

Pré-aqueci o forno a 180º C
Entretanto bate-se a manteiga derretida com o açúcar. Juntei as gemas, a farinha, o coco e o fermento, e por fim as claras em castelo envolvendo bem.
Levei o bolo a cozer cerca de 35 minutos em forma de silicone e untada com spray espiga.
Depois de cozido pica-se com um palito e embebe-se com a calda.

Preparação da calda: levar ao lume o leite e o açúcar até derreter e ficar bem quente.

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Ovos Mexidos com Espargos e Presunto

Ingredientes:

6 ovos
1 molho de espargos verdes
presunto
alho
sal
pimenta
azeite

Preparação:

Lavei os espargos e cortei-lhes os caules.
Numa panela com água a ferver e sal cozi-os durante 3 minutos.
Numa frigideira com um fio azeite e com os alhos laminados coloquei os espargos cortados e salteei rectificando o sal (se for necessário).
Mexi os ovos com uma pitada sal e pimenta e juntei-os aos espargos mexendo muito bem e por fim o presunto, mexi bem e foi a servir.

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Salada de Atum com Massa e Azeitonas

Ingredientes:

Atum
Massa macarronete
Pepino
Tomate cherry
Azeitonas às rodelas e descaroçadas
Óregãos
Azeite
Limão
Sal q.b.

Preparação:

Cozi a massa em água a ferver temperada de sal e um fio de azeite, até ficar al dente. Escorri e reservei.
Numa saladeira coloquei todos os ingredientes e temperei com um pouco de sal e umas gotas de limão e reguei com bastante azeite. Polvilhei com oregãos.

Fonte original todos os direitos reservados a: http://oscozinhadosdapatricia.blogspot.pt/

Pudim de Ovos no Microondas

Ingredientes:

8 ovos
2 chávenas de leite
1/2 chávena de açúcar (coloquei 1 chávena)
Raspa de 1 limão
Caramelo

Preparação:

Coloquei todos os ingredientes na liquidificadora e deixei bater bem. Untei uma forma de silicone com um pouco de caramelo líquido e deitei o preparado anterior na forma, deixei cozer por 10 minutos em potencia máxima e ao final do tempo verifiquei com um palito se estava cozido. Deixei arrefecer, desenformei e reguei com caramelo. Foi ao frigorífico.

domingo, 15 de outubro de 2017

Gruta do Escoural



A Gruta do Escoural foi descoberta em Abril de 1963 pelos trabalhadores de uma pedreira de mármore que então laborava no local. As investigações desde logo empreendidas pelo Museu Nacional de Arqueologia, para além de revelarem o seu uso como necrópole durante o Neolítico, permitiram descobrir nas suas paredes, vestígios de Pinturas e Gravuras Rupestres datados do Paleolítico Superior, o que representou então uma verdadeira “estreia” nacional. Com efeito, até às descobertas das “gravuras” do Vale do Côa, a Gruta do Escoural era o único local em Portugal com vestígios artísticos atribuídos àquela época, mantendo ainda hoje o estatuto de única cavidade natural do país com vestígios de “pinturas paleolíticas” e por isso a mais Ocidental da Europa.

Reforçando o especial interesse arqueológico deste sítio, verdadeiro “santuário pré histórico”, para além da identificação de vestígios de ocupação do Paleolítico Médio, está reconhecido e parcialmente escavado no seu exterior um pequeno povoado Calcolítico, localizado na colina que se sobrepõe à Gruta. Estão também identificadas gravuras rupestres de cariz esquemático relacionadas com a “necrópole neolítica” e realizadas sobre os afloramentos exteriores. A poucas centenas de metros está identificado um “tholos”, uma estrutura megalítica de cariz funerário, eventualmente associada ao “Povoado”, um monumento com características algo diversas das numerosas “antas” típicas na região.

Na Vila de Santiago do Escoural, próximo da Igreja Paroquial, está instalado um Centro de Acolhimento e Interpretação da Gruta do Escoural, com uma pequena exposição arqueológica de introdução à visita. Em situação normal, as visitas à Gruta realizam-se com acompanhamento de um guia.

Imagem: Visit Alentejo

Cais Palafítico da Carrasqueira












Obra-prima da arquitetura popular, o cais palafítico da Carrasqueira, único da Europa, é construído em estacas de madeira irregulares aparentemente frágeis das décadas de 1950 e 1960, que servem de embarcadouro aos barcos de pesca que ali acostam. Ora estão enterradas no lodo, ora na água, segundo as marés.

Integrada na reserva natural do Estuário do Sado, a aldeia ribeirinha conserva uma impressionante rede de estacaria que se estende centenas de metros pelos esteiros lamacentos do rio Sado.

Ponto de atração turística, é um dos locais mais visitados no concelho.
O cais continua a cumprir a missão para que foi construído: permitir o acesso dos pescadores aos barcos, mesmo durante a baixa-mar. Ao longo dos diversos cais erguem-se pequenas casas construídas em madeira, que servem de arrecadações.

Cabanas de Colmo da Carrasqueira


Construídas com caniços e madeira, as cabanas de colmo que ainda hoje podemos ver em grande número na Carrasqueira fazem lembrar as vidas difíceis dos trabalhadores rurais, dos pescadores e dos salineiros que em tempos habitaram os vastos terrenos da Herdade da Comporta.


Estas construções surgiram da necessidade de alojar os trabalhadores da herdade e tinham um caráter de abrigo provisório. Os proprietários dos terrenos não permitiam aos seus funcionários edificarem habitações em materiais mais sólidos e duradouros, pois isso, posteriormente, poderia dar-lhes algum direito de posse. Os trabalhadores eram, assim, obrigados a construir cabanas de colmo, cujo piso era de terra batida ou de barro.

As casas eram construídas com materiais altamente inflamáveis. Deste modo, estabeleceu-se a construção de duas cabanas com funções distintas para cada duas famílias: numa das habitações ficavam os quartos e a sala, enquanto a outra funcionava como cozinha. Esta divisão permitia evitar muitos incêndios.


Atualmente, as cabanas de colmo são consideradas património cultural, sendo algumas delas usadas como alojamento eco-turístico.

Bolo Rançoso


Ingredientes:

500 g de doce de Amêndoa (amêndoas sem pele, moídas e levadas ao lume com 450 g de açúcar, até fazer ponto de estrada)
500 g de doce de Gila 
16 Gemas e 1 clara
50 g de Farinha
100 g de Manteiga sem sal

Doce de gila:
3 Abóboras, depois de cozidas e espremidas: 2,400 kg
2,100 kg de Açúcar amarelo
3 paus de Canela
6 dl de Água

Preparação:

Batem-se as gemas com a clara, juntam-se os doces de amêndoa e gila (depois de frios), a manteiga à temperatura ambiente e a farinha.
Unta-se muito bem o fundo de uma forma redonda, sem buraco, cobre-se com papel vegetal, polvilhando muito bem com farinha. Deita-se o preparado, polvilhando a superfície do bolo com farinha para não queimar. Vai a cozer em forno pré-aquecido a 200ºC.

Doce de Gila:
Partir a abóbora, deixando-a cair no chão. Isto sucede porque não se podem usar facas ou qualquer espécie de aço no fruto. Estraga.
Lavar os bocados, retirar as pevides e extrair todos os fios amarelos, para que o doce não fique a saber mal. Lavar novamente até que a água não apresente qualquer espuma depois da lavagem. Reservar.
Deixar em água de um dia para o outro. Cozer a abóbora coberta em água, com uma pitada de sal, durante 20 minutos, depois da fervura ter tido início, a abóbora. Depois de cozida, deixar arrefecer e retirar a casca com as mãos desmanchar a abóbora até ficar em fios soltos.
Lavar novamente em várias águas, e espremer bem para retirar qualquer resíduo de água. Pesar. Levar o açúcar (proporcional) com a água ao lume, e os paus de canela, até fazer ponto de espadana. Deitar a gila, e deixar ferver até engrossar, durante mais ou menos 40 minutos.
Depois de morno, guardar em frascos esterilizados.

Barriga de Freira com Amêndoa à Moda Antiga




Ingredientes:

100 g de miolo de amêndoa
250 g de açúcar
0,25 l de água
10 gemas
2 claras
35 g de manteiga
Amêndoa para polvilhar

Preparação:

Leva-se ao lume num tacho o açúcar e a água até atingir o ponto de fio.
Retira-se do lume e deixa-se arrefecer.
Com um garfo misturam-se as gemas e as claras sem bater e juntam-se ao preparado anterior.
Adiciona-se a amêndoa pelada e ralada e a manteiga derretida.
Leve ao lume brando mexendo sempre até cozer os ovos.
Coloca-se em taças e polvilha-se com amêndoa picada grosseiramente.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Bolo de Sto. Agostinho


Este bolo pertence ao receituário do Convento das Mónicas de Évora. É um bolo à base de noz, ovos e açúcar, recheado com ovos-moles e coberto com açúcar em pó.


Ingredientes:

Massa:
300 g de açúcar mascavado
300 g de miolo de noz
5 ovos (claras e gemas separadas)

Recheio:
1 colher (chá) de sumo de limão
300 g de açúcar
450 ml de água
50 g de farinha de arroz
8 gemas

Cobertura:
açúcar em pó q.b.

Preparação:

Misture o açúcar e as gemas até atingir uma consistência homogénea.
Junte as nozes moídas e envolva-as no preparado anterior.
Acrescente e envolva, cuidadosamente, as claras batidas em castelo.
Deite a massa num forma redonda, untada e enfarinhada.
Leve ao forno, pré-aquecido a 180º C, entre 30 a 40 minutos. Retire e deixe arrefecer.
Entretanto, prepare os ovos-moles para o recheio. Leve o açúcar ao lume com 300 ml de água até atingir o ponto de espadana (aos 117º C – ao retirar a colher depois de a mergulhar na calda, esta escorre em fitas largas, com o aspeto de lâmina).
Acrescente o sumo de limão e reserve.
Dissolva a farinha de arroz na restante água e junte-a, aos poucos, à calda de açúcar sem parar de mexer.
Leve ao lume e deixe cozer cerca de 5 minutos.
Coloque a panela dentro de um recipiente com água fria e, quando estiver suficientemente fria para manusear, adicione as gemas batidas, rapidamente e sem parar de mexer.
Leve novamente ao lume para o creme engrossar.
Parta o bolo em duas partes e barre uma delas com os ovos-moles. Tape com a outra metade e cubra o bolo com açúcar em pó.

Creme de Peixe



Ingredientes:

500 g peixe cozido sem peles e sem espinhas
400 g batatas
300 g cenouras
2 alhos-franceses
1 cebola
2 dentes de alho
0,5 dl Azeite
coentros q.b.
Sal e pimenta q.b.

Preparação:

Coza o peixe e reserve. Aproveite a água da cozedura para cozer os restantes ingredientes.
Descasque e lave a cebola, os dentes de alho, as batatas e as cenouras, corte-as em pedaços pequenos e disponha numa panela.
Arranje e lave o alho-francês, corte em pedaços e junte à panela. Adicione o sal, pimenta e um ramo de coentros. Cubra com a água da cozedura do peixe e leve ao lume cerca de 35 minutos.
Depois retire do lume, junte o azeite, retifique os temperos e a quantidade de água e triture muito bem com a varinha mágica. Adicione o peixe desfiado.
Enfeite a gosto.

Torta de Laranja Fácil de Fazer


Uma torta de laranja que é uma delícia, super fácil de fazer e rápida fica uma sobremesa maravilhosa!


Ingredientes:

1 c. (de sopa) de farinha
9 ovos
1 laranja grande e bem sumarenta 
300 g de açúcar
2 c. (sopa) de manteiga 

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 200º.
Coloque a farinha numa tigela, adiciona-se os ovos um a um, mexendo entre cada adição.
Junta-se depois a raspa e o sumo da laranja, o açúcar e por fim a manteiga amolecida.
Verte-se o preparado num tabuleiro, untado e forrado com papel vegetal, que também deve ser untado. Leva-se ao forno, a 200 graus e deixe cozer 20 minutos.
Retira-se e polvilha-se com açúcar. Deixe arrefecer um pouco e desenforma-se para
um pano de cozinha.
Enrole, auxiliando-se deste último, e deixe arrefecer por completo.
Nessa altura, retira-se o pano e coloque numa tarteira.
Sirva bem fresquinha.

Fonte original com todos os direitos reservados: http://saborarteilda.blogspot.pt/2013/02/torta-de-laranja.html

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