segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Tarte de Amêndoa



Ingredientes:

Massa:
200 g de farinha
100 g de manteiga
150 g de açúcar
2 ovos

Cobertura:
100 g de açúcar
100 g de manteiga
125 g de amêndoas
0,5 dl de leite

Preparação:

Coloquei os ingredientes da massa no copo da Bimby 1 Min. Temp. 37º, Vel 5 até formar uma massa mole. Depois deitei a massa numa tarteira de fundo amovível e levei ao forno quente a coser por 30 min aproximadamente. Fiz o teste do palito para ver se estava cozida e retirei do forno. 
Entretanto misturei os ingredientes da coberta num tacho e levei ao lume a ferver até engrossar mexendo sempre. 
Deitei o preparado sobre a massa e espalhei-a com a ajuda de uma colher e levei a alourar em forno quente. 

Fonte original com todos os direitos reservados: http://belinadailha.blogspot.pt/2011/01/tarte-de-amendoa.html

Frango com Esparguete


Um prato que de certeza todas as casas fazem e cada uma tem a sua receita...Esta é a minha...fica tão boa...e quem não gosta de Frango com Esparguete?! Nós Adoramos!


Ingredientes (3/4pessoas):

frango cortado em pedaços
esparguete q.b
5 colh azeite
2 dentes de alho picados
1 cebola picada
1 folhas de louro
4 colh polpa de tomate
3 tomates (usei de lata)
salsa /coentros picados q.b
água
Sal q.b.
Pimenta q.b.

Preparação:

Num tacho largo, leve ao lume o azeite, a cebola ,os alhos ,o louro,os coentros ,o tamte e a polpa de tomate, a salsa, a pimenta e o sal e o frango.
Mexa e deixe refogar , deixe o frango ganhar cor ,junte a água e deixe cozinhar .
Passado uns 35 minutos, junte o esparguete.Com um garfo, mexa o esparguete para não colar, até que a massa fique maleável e toda dentro do tacho.
Deixe cozinhar em lume médio durante 10 minutos e mexa de vez em quando para a massa não agarrar no fundo.
Quando a massa estiver cozida «al dente» está pronta a servir. 

Fonte original com todos os direitos reservados: cozinhadazana

Tarte de Lemon Curd em Copo

Amo-te Limão...tudo por sobremesas como estas ...fáceis de fazer...económicas e tãoooooo Boas!!


Ingredientes (5 copos):

Lemon curd:
sumo de 3 limões
raspa de 3 limões
200 g de açúcar
65 g de manteiga
3 ovos

Base de bolachas:
bolachas maria

Cobertura:
200 ml de natas frias
1c.(sopa) de açúcar

Preparação:

Lemon Curd:
Num tacho coloca-se o açúcar a raspa e sumos dos limões e a manteiga.
Deixa-se ferver dois minutos retira-se do lume e depois junta-se em fio os ovos batidos mexendo sempre.
Vai novamente ao lume e mexe-se sempre até engrossar ,deixar ferver um segundos e apagar. A mistura engrossa depois de fria.

Montagem:
Para as tartes, deita-se duas ou três bolachas trituradas para cada copo e depois 3-4 colheres de sopa de lemon curd.
Batem-se as natas bem firmes, junta-se o açúcar e bate-se mais um pouco.
Com um saco de pasteleiro ou mesmo com uma colher que foi o meu caso acaba-se de encher os copos e vai ao frio até á hora de servir. 

Fonte original com todos os direitos reservados: cozinhadazana

Amêijoas com Tomate e Camarão


Simplesmente porque fica uma coisa tão boa ..tão maravilhosa que damos por nós a molhar pão e a comer sem parar!! O sabor do Mar todo junto num só prato...


Ingredientes:

1 Kg amêijoas (usei congeladas)
3 Tomate pelado de lata
1 Folha de Louro
1 Dente de Alho picado
1 Cebola média picada
Molho Piri-Piri
1/2 Pimento vermelho
1 Malagueta (red chilli)
2dl de Azeite
2dl de Vinho Branco
Salsa/Coentros picados
Sal q.b.
Pimenta q.b

Preparação:

Leve um tacho ao lume com o azeite. Junte o alho, a cebola,o pimento e a folha de louro. Deixe refogar. Junte o vinho branco e deixe reduzir.
Entretanto, pique bem os tomates, deite no tacho. Tempere com sal ,deite umas gotas de molho piri-piri ,pimenta e a malagueta partida.
Deixe estufar durante 3/5 minutos. Coloque as amêijoas ,o Camarão e as Delicias do Mar partidas.Cubra com um pouco de água se necessário. Agite o tacho para mexer.
Tape e deixe cozinhar por uns 10 minutos para que as amêijoas abram.
Sirva as amêijoas e polvilhe com salsa fresca picada e coentros.
Sirva acompanhado de pão. 

Fonte original com todos os direitos reservados: cozinhadazana

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Porto, o Melhor Destino Europeu de 2017



Considerado o melhor destino europeu de 2017, o Porto é um dos destinos turísticos mais antigos da Europa e a riqueza do seu património artístico, o Vinho do Porto, os vastos espaços dedicados ao lazer e a sua vida cultural são apenas alguns dos motivos que convidam a visitar a cidade.



Ao longo do rio e do mar a cidade desdobra-se em paisagens encantadoras, esplanadas convidativas e o prazer do ar livre, que os espaços verdes complementam. O Centro Histórico do Porto é Património Cultural da Humanidade desde 1996 e o seu enquadramento paisagístico e o traçado sinuoso das suas ruas conferem-lhe uma beleza singular.




Na cidade o Vinho do Porto está presente de várias formas e sentidos: pode ser conhecido e experimentado, mas jamais ignorado, ou esquecido. Testemunha de uma história feita do cruzamento de culturas em sucessivas ocupações, várias vezes invadida e cercada, mas sempre Invicta, a cidade do Porto é património vivo, dinâmico, que se regenera e se reinventa, mantendo sempre o seu caráter, ou não fosse alicerçado em granito e por conseguinte, inabalável. 




Fonte e mais informações em: visitporto

Marvão, uma Encantadora Vila Alentejana



Bem próxima com a fronteira de Espanha, situada entre Castelo de Vide e Portalegre, no ponto mais alto da bonita Serra de São Mamede, na região Alentejana, encontra-se a encantadora Vila de Marvão. Num ambiente de paz de espírito e tranquilidade, rodeada por muralhas do século XIII e do século XVII, Marvão ergue-se bem alta esta histórica vila de ruas sinuosas e branco casario, mostrando que o tempo não é tão rápido e veloz como tantas vezes parece.



Os vestígios históricos da região remontam aos períodos Paleolítico e Neolítico, tendo sido encontrados inúmeros menires e antas, bem como uma importante estação romana, que atestam a longevidade destas paragens. A sua localização estratégica, por se encontrar no ponto mais alto da Serra de São Mamede, com difíceis acessos, que serviram como protecção natural, e tão próxima da fronteira, fez com que fosse um bastião defensivo Português durante séculos, travando-se aqui diversas batalhas e lutas políticas. O toponimo “Marvão” deriva de Ibn Marwan al-Yil’liqui, conhecido por “o Galego”, um guerreiro Mouro que criou uma espécie de reino independente sedeado em Badajoz, e que procurou refúgio em Marvão, corria o século IX. Ao visitar Marvão tem-se a certeza de se visitar a própria história, que corre nestas ruas estreitas de arquitectura alentejana, heranças góticas, manuelinas e testemunhos medievais de outros tempos e mesteres, marcados no típico granito local.


O Castelo e as imponentes muralhas do século XIII são monumentos inesquecíveis da Vila, mas Marvão tem bem mais para oferecer, como a Igreja Matriz do século XV, a antiga Igreja de Santa Maria, hoje interessante Museu Municipal, albergando colecções etnológicas e arqueológicas da região. Localizada bem às portas do Parque Natural da Serra de São Mamede, do alto de Marvão tem-se vistas surpreendentes sobre toda a envolvente área, destacando-se pontos como a Torre de Menagem ou a Pousada de Santa Maria, de onde se conseguem panoramas fenomenais. Fora das muralhas, merecem igualmente destaque a Capela do Espírito Santo e o Convento de Nossa Senhora da Estrela, cuja santa padroeira se diz ser milagrosa e ser o motivo de protecção do reino, concretizando-se anualmente as festividades a ela dedicadas, muito concorridas e afamadas na região.




Localização:

Marvão (Concelho)
N 39º 23' 36,8'' ,W 7º 22' 39,28''


Bolo de Chocolate e Café



Ingredientes:

Massa:
Chocolate de leite 200 gr
Manteiga Vaqueiro 200 gr
Açúcar 1 chávena
Ovos médios 5
Farinha de trigo 1 chávena 
Licor de Café 5 colheres de sopa

Molho de Chocolate:
Chocolate de Leite 100 g
Natas 1/2 pacote(100ml)
Licor de Café 2 colher de sopa

Decoração:
Natas batidas grossas com açúcar q.b
Amêndoas palitadas torradas q.b

Preparação:

Massa:
Derreta o chocolate no microondas com a manteiga retire e junte o licor de café.
Bata os ovos com o açúcar até formarem uma espuma. Adicione a mistura de chocolate e misture bem.
Por último, adicione a farinha de trigo .
Verta a massa numa forma de fundo falso redonda (cerca de 22cm de diâmetro), forrada com papel vegetal.
Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC durante cerca de 35 minutos(verificar com o palito). Desenforme morno ou frio.

Calda:
Derreta o chocolate levando ao lume com as natas controlando a temperatura e mexendo, junte o licor de café e misture até obter uma calda lisa, sem grumos e brilhante,retire e deixe ficar morno para engrossar antes de deitar por cima do bolo.

Quando o bolo estiver frio e a calda morna deitar por cima e decorar com as amêndoas palitadas.
Servir com as natas.

Fonte original com todos os direitos reservados: cozinhadazana

Tarte de Laranja



Ingredientes:

Massa:
1 pacote de Bolachas Digestivas (300gr)
150 g de margarina Vaqueiro (derretida)
Recheio
Sumo de laranjas 300ml (usei tangerinas)
100 g de açúcar
3 colheres de sopa de farinha Maizena
4 gemas
1 colher de sopa de margarina

Cobertura:
2 pacotes de natas bem geladas (400ml)
3 colheres de sopa de açúcar
raspas de laranja

Preparação:

Triture os biscoitos, adicione a margarina , amasse até obter uma massa homogénea;
Distribua a massa na tarteira espalhando uniformemente para ficar toda ao mesmo nível e coloque-a no congelador durante 10 minutos.
Num tacho coloque o sumo de laranja, o açúcar, a maizena e com uma vara mexa até se dissolver .Leve ao lume até engrossar, sem parar de mexer.
Retire do lume e junte às gemas umas colheradas do preparado para estas não cozerem em fios quando as deitar no tacho, mexa bem e junte tudo no tacho.
Adicione a manteiga e mexa.
Coloque o creme na tarte e leve ao forno pré-aquecido a 200º C durante 20 minutos.
Deixe arrefecer completamente.
Bata as natas bem firmes, adicione o açúcar e bata mais um pouco.
Coloque sobre a tarte e decore com umas raspas por cima.

Fonte original com todos os direitos reservados: cozinhadazana

Bolo de Cenoura com Cobertura de Queijo Creme


O bolo de cenoura fica muito fofo e húmido e a cobertura de queijo creme confere-lhe um sabor leve e delicioso. Se não acreditarem, experimentem :)


Ingredientes:

3 cenouras
3 ovos
½ chávena de óleo de girassol 
1 iogurte natural
3 chávenas de açúcar amarelo
3 chávenas de farinha 
1 colh. chá de canela
1 colh. chá de fermento para bolos
1 embalagem de queijo creme (tipo Philadélphia)
100g de açúcar em pó
sumo e raspa de meia laranja 

Preparação:

Ralar as cenouras. Num recipiente alto colocar a cenoura, os ovos, o óleo e o iogurte. Triturar tudo com a varinha mágica até obter um preparado homogéneo.
Peneirara farinha com o fermento e a canela para dentro de uma tigela e misturar o açúcar.
Deitar a mistura de cenoura e envolver muito bem sem bater.
Deitar o preparado numa forma redonda de buraco, devidamente untada e polvilhada.
Levar ao forno pré aquecido a 180º durante +- 45 m ou até que o palito saia limpo.
Deixe arrefecer o bolo antes de cobrir.
Para a cobertura, misturar o queijo creme com o açúcar em pó e depois o sumo e raspa da laranja. Mexer bem até ficar cremoso.
Decorar a gosto, eu utilizei raspas de laranja, laranja e hortelã.

Fonte original com todos os direitos reservados: umapitadadesalduasdecarinho

Aldeia de Dornes, Considerada umas das 7 Aldeias Maravilha de Portugal



Dornes foi considerada uma das 7 Aldeias Maravilha de Portugal, vencendo na categoria de Aldeia Ribeirinha! Mítica aldeia dos templários, na beira do rio Zêzere está repleta de recantos por descobrir, é uma das mais belas aldeias do país!


O rio Zêzere, afluente da margem direita do rio Tejo está repleto de paisagens deslumbrantes! A vila de Dornes é um exemplo excelente dessa beleza.

Luis Ascenso

Dornes situa-se numa península rodeada pelo Rio Zêzere e pelo lago de Castelo de Bode. Foi Comenda da Ordem de Cristo, D. Manuel I deu-lhe foral em 1513, e foi sede de concelho até 1836. Do seu património, destacam-se a Igreja de Nossa Senhora do Pranto que, de acordo com a tradição, foi fundada pela rainha Santa Isabel em 1285, e a Torre de Dornes, a misteriosa e primeira torre Pentagonal Templária em Portugal, ex-libris da região, construída pela Ordem dos Templários no início do século XIII. Destaque ainda para o barco de madeira Abrangel, um barco de 3 tábuas, típico desta zona do rio Zêzere, que tem em Dornes o único estaleiro e mestre que ainda os constrói.


Torre de Belém, Património Mundial da UNESCO



Construída estrategicamente na margem norte do rio Tejo, entre 1514 e 1520, para defesa da barra de Lisboa, é uma das jóias da arquitectura do reinado de D. Manuel I.
A Torre de Belém é um referente cultural, um símbolo da especificidade do país que passa pelo diálogo privilegiado com outras culturas e civilizações. Guardiã da nossa Individualidade e Universalidade, viu este estatuto confirmado quando, em 1983, foi classificada pela UNESCO como "Património Cultural de toda a Humanidade".

Exterior


A visita à Torre de Belém deverá começar pelo exterior da Torre, na escadaria que lhe é fronteira. É deste local que melhor se pode observar a guarita do lado noroeste, à direita de quem está virado para a Torre, na base da qual está representado um rinoceronte, lembrando aquele que outrora chegou a Lisboa, oferecido pelo Rei de Cambaia ao Rei D. Manuel I.
Por cima das guaritas vêem-se duas imagens: do lado direito S. Miguel do lado esquerdo S. Vicente, padroeiro de Lisboa e desta fortificação. Ao nível do quarto pavimento encontra-se um caminho de ronda com merlões decorados pela cruz de Cristo.
Utilizando o passadiço chega-se à ponte levadiça. Esta ponte, combinada com uma porta de guilhotina e várias aberturas no tecto do compartimento da entrada, através das quais eram lançados projécteis, dificultava o acesso de invasores.


Baluarte

chris lee

Passando a ponte levadiça e a porta principal, tem-se acesso ao interior do baluarte onde, a toda a volta se dispunha a artilharia, nas 17 bocas das canhoeiras.
O pavimento apresenta-se inclinado para o exterior, proporcionando às peças de fogo uma posição segura, permitindo também o escoamento das águas.

Andrea Pravettoni

Ao centro abre-se um pequeno pátio rectangular, o claustrim, com arcaria gótica a toda a volta, destinada a arejamento e saída de fumos resultantes dos disparos da artilharia. Sob a nave do baluarte, encontram-se alguns paióis, ao maior dos quais se tem acesso por uma escada do lado norte. Estes paióis eram destinados inicialmente a depósitos de aprovisionamentos, tendo sido utilizados, mais tarde, como masmorras.
Voltando um pouco atrás, e à direita de quem passa o átrio da entrada, uma escada íngreme conduz ao terraço do baluarte.

Chris Lee

Terraço do Baluarte


zero.the.hero

Tem à sua volta seis guaritas, no vértice das faces do polígono, comjanelas de vigia e cúpula de gomos.


Alexander Savin

Ao centro, corre o parapeito correspondente ao claustrim do piso de baixo. A partir de 1580, foram erigidas neste terraço algumas construções destinadas a permitir um maior número de homens na guarnição mas que, mais tarde, vieram a ser demolidas para restituir à Torre de Belém o seu aspecto inicial.


Na face sul do referido parapeito, encontramos a imagem de pedra de Nossa Senhora do Bom Sucesso, também conhecido por "Virgem das Uvas".




Fachada Sul


Antes de iniciar a subida pelo interior da torre, e ainda no terraço do baluarte, deve observar-se a fachada sul da torre, que é a fachada principal.
Virada ao Tejo é a mais ricamente trabalhada. Ao nível do segundo pavimento, encontra-se um balcão corrido ou varandim, com arcaria de sete voltas perfeitas e adornadas por uma balaustrada rendilhada. Por cima, o escudo real de D. Manuel I ladeado por esferas armilares e ainda uma platibanda, correspondente ao caminho de ronda, decorada com cruzes da Ordem Militar de Cristo.

Pedro

Seria esta fachada, com a simbologia régia e os elementos próprios da arquitectura manuelina, a impressionar no século XVI, viajantes e marinheiros que pela primeira vez entravam na barra de Lisboa.
É também nesta fachada que se abre a porta de acesso ao interior da torre.

Chris Lee



Sala do Governador

Passando um lanço de escadaria direita, entra-se na primeira sala da torre onde se encontra a boca oitavada da cisterna que recolhia e armazenava a água das chuvas.
O tecto desta sala é abobadado, coberto de cal. Nos ângulos nordeste e noroeste vêem-se os acessos às guaritas. À esquerda, começa a escada de caracol que sobe até ao topo da torre e dá acesso às salas seguintes.

Aurora Seven

O nome da sala vem, provavelmente, do facto de existir no século XVI o cargo de governador da Torre de Belém para o qual foi nomeado, logo em 1521, Gaspar de Paiva. O cargo de governador da Torre de Belém foi, desde sempre, de prestígio e de distinção real.
Para residência dos sucessivos governadores da Torre de Belém foi construído, nas suas imediações, um palácio. 

Sala dos Reis

Ashley Wilson

Por esta sala tem-se acesso ao varandim ou balcão da fachada sul da torre, onde se pode observar no pavimento oito aberturas redondas, denominadas matacães, que permitiam à guarnição lutar e defender-se contra eventuais atacantes, disparando ou arremessando materiais contundentes através dessas aberturas.
A meio de cada um dos três outros lados da sala, abrem-se portas de comunicação para opulentas janelas de sacada, com aspecto de graciosos balcões de inspiração veneziana.

Pedro

No ângulo noroeste encontra-se uma lareira de singela cantaria com cimalhete ornado de meias esferas.

Frederik

Sala das Audiências

Esta austera sala tem uma lareira para aquecimento mais modesta que a do andar anterior.
Na parede sul deste compartimento, rasgam-se duas janelas combalaustrada, de arco semicircular com arquivolta plena e colunelo torso. Na sua decoração intercalam-se duas esferas armilares e grande pedra de armas com brasão real.
Nos outros lados da sala, abrem-se vãos de janelas geminadas com arcos de volta perfeitos e colunelo central, denotando um acentuado equilíbrio ornamental.

Capela

Continuando a subida pela escada de caracol, chega-se à última sala cujo carácter de austera beleza lhe confere um ambiente próprio ao recolhimento. Seria nesta sala que se alojava o oratório para as imprescindíveis necessidades espirituais da guarnição.
A sala tem um de abóbada polinervada, ostentando nos seus fechos os símbolos régios manuelinos: esfera armilar, cruz de Cristo e escudo régio.

Terraço da Torre

Mark Huguet

Do alto da Torre pode observar-se o estuário do Tejo e as suas margens, bem como toda a zona de Belém e os seus monumentos.
De costas voltadas para o rio e junto à amurada do lado Norte do terraço, pode avistar-se a Capela de S. Jerónimo que se encontra por entre o arvoredo no topo da Av. da Torre de Belém. Foi construída em 1514, nos terrenos pertencentes aos frades Jerónimos.
Um pouco para a direita admira-se, para lá do Centro Cultural de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos.
De frente para o rio e na outra margem do Tejo, junto a umas construções de forma cilíndrica, detectam-se vestígios da Torre Velha, também conhecida por Torre de S. Sebastião. Mandada construir por D. João II e acabada por volta de 1480, esta torre fazia parte do sistema tripartido de defesa da barra do Tejo, cruzando fogo com a Torre de Belém.

Robert Nyman

Horários

Outubro a Abril
Das 10h00 às 17h30 (última entrada às 17h00)

Maio a Setembro
Das 10h00 às 18h30 (última entrada às 17h00) 

Encerrado: Segundas-feiras e nos dias 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio, 13 de Junho e 25 de Dezembro

Andrew

Fonte e mais informações em: torredebelem

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